Entre séculos, entre livros – Nazismo.

Livros que retratam o Nazismo, ou suas consequências:

O menino do pijama listrado.
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Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. ‘O menino do pijama listrado’ pretende ser uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

A menina que roubava livros.

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Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em “A Menina que Roubava Livros”, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do “The New York Times”.
Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, “O Manual do Coveiro”. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.
E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar.
Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.

Diário de Anne Frank

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Publicado originalmente em 1947, “O Diário de Anne Frank” já foi lido por milhões de pessoas em todo o mundo. Esta edição, porém, traz pela primeira vez a íntegra dos escritos de Anne, com todos os trechos e anotações que o pai da menina cortou para lançar a versão conhecida do livro. É comovente descobri que, no contexto tenebroso do nazismo e da guerra, ela viveu problemas e conflitos de uma adolescente de qualquer tempo e lugar. Neste volume, o leitor acompanha o desabrochar da sexualidade de Anne, surpreende-se com a relação conflituosa que a jovem tinha com a mãe e se emociona com sua admiração sem reservas pelo pai. Anne registrou admiravelmente a catástrofe que foi a Segunda Guerra Mundial. Seus diário está sempre entre os documentos mais duradouros produzidos neste século, mas é também uma narrativa terna e incomparável, que revela a força indestrutível do espírito humano.

                             Como vejo o mundo.

Apesar de não falar do nazismo diretamente, o professor Catarin considera o romance de George Orwell como uma boa metáfora para os estudantes entenderam como funcionava a dominação do governo no período nazista. O livro conta a história de Winston Smith, um membro do partido totalitário IngSoc que tomou o poder da Oceania (país criado pelo autor) a partir da figura do Grande Irmão (Big Brother), personalidade maior do partido político.

O trabalho de Winston como funcionário do Ministério da Verdade é reescrever e alterar dados históricos de acordo com o interesse do partido. Dessa forma, o Grande Irmão conseguia manipular o pensamento do povo, fazendo-o odiar o inimigo que o partido quisesse. “O autor também retrata o pessimismo contido na humanidade do pós-guerra”, destaca Catarin.

Fontes: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5460381-EI8266,00-De+Anne+Frank+a+Orwell+veja+livros+para+estudar+o+nazismo.html http://www.mais1livro.com/tag/1894-george-orwell/ http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=3649466&csParam=%7B%22feature%22%3A%22ultimatebuy%22%2C%22source%22%3A%22Detalhes%20de%20Produto%20-%20Livros%22%2C%22recType%22%3A%22ultimatebuy%22%7D

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