Entre séculos, entre obras

A seguir algumas obras de arte que foram produzidas baseadas no: imperialismo, nacionalismo e primeira guerra mundial.

Big Stick

A figura a cima está relacionada com a supremacia norte americana sob os outros países americanos. Nela podemos notar o presidente norte-americano Theodore Roosevelt, como seguidor da Doutrina Monroe, a qual especificava que os Estados Unidos da América deveriam assumir o papel de polícia internacional no hemisfério ocidental, segurando um grande porrete, que em inglês significa Big Stick. O fato dele ter sido desenhado como um gigante pisando em cima do mar do Caribe, tem relação com a sua total influência e seu poder, sempre sendo guiado pela Doutrina a qual pertencia. A política do Big Stick defendia a intervenção militar dos Estados Unidos caso ouvesse alguma ameaça a seus interesses. Roosevelt pegou o termo emprestado de um provérbio africano, “ale com suavidade e tenha à mão um grande porrete”, implicando que o poder para retaliar estava disponível, caso fosse necessário.

Pescadores

A pintura de Di Cavalcanti, já marcada e identificada pela crítica por suas características de brasilidade, foi nos anos 50 definitivamente consagrada através de individuais em museus, homenagens em Bienais… As duas telas do MAC-UPS desta década, “Menino e Natureza Morta” e “Pescadores”, ambas de 1951, são obras de sua maturidade e possuem algumas daquelas características.Nesta obra, concluída antes da viagem a Paris empreendida pelo artista em 1923, há ecos do Art Nouveau e do Simbolismo na estilização sinuosa das figuras alongadas e no tratamento do cenário decorativo e misterioso. A sensualidade das pinturas de Di Cavalcanti está presente na integração – quase verdadeira fusão – do par enlaçado em uma única forma ovalada que ocupa os primeiros planos. Os verdes, vermelhos e amarelos se contrapõem aos marrons e negros, o que prenuncia o esquema de cores típico de Di Cavalcanti.

Fränzi perante uma cadeira talhada 

Depois da Primeira Guerra Mundial o expressionismo passou na Alemanha da pintura ao cinema e ao teatro, que utilizavam o estilo expressionista nos seus décors, mas de modo puramente estético, desprovido do seu significado original, da subjetividade e do pungimento próprios dos pintores expressionistas, que se tornaram paradoxalmente em artistas malditos. Com o advento do nazismo o expressionismo foi considerado como “arte degenerada” (Entartete Kunst), relacionando-o com o comunismo e tachando-o de imoral e subversivo, ao tempo que consideraram que a sua fealdade e inferioridade artística eram um signo da decadência da arte moderna (o decadentismo pela sua vez, fora um movimento artístico que teve certo desenvolvimento).

Retirado de : http://lumoura.com.br/2008/05/um-pouco-sobre-di-cavalcanti/

http://artesvisuaisnaescolaclasse4.blogspot.com.br/2009/11/di-cavalcanti-o-pintor-nacionalista.html

http://napcmpa.blogspot.com.br/

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