Mulher x Colonialismo Brasileiro

No período colonial, cabia ao homem exercer a autoridade pois era considerado o ser de maior poder da época, enquanto as mulheres eram submissas aos rígidos preceitos éticos, morais e sociais da época, tais como castidade e outros. 
Moças eram adestradas para satisfazerem ao pai e depois ao marido; além de receberem uma educação dirigida exclusivamente para os afazeres domésticos. 

O programa de estudos destinado à classe feminina era bem diferente dos das classes dos homens, e mesmo nas matérias comuns, ministradas separadamente, o aprendizado delas limitava-se ao mínimo, de forma ligeira, leve. Só as mulheres que mais tarde seriam mandadas ao convento, aprendiam latim e música; as demais restringiam-se ao que interessava ao funcionamento do futuro lar: ler, escrever, contar, cozer e bordar. Além disso, nesse projeto educacional destacava-se a realização das mulheres pelo casamento. 
As moças podiam ser distingüidas através dos trajes; as abastadas exibiam sedas, veludos, serafinas, cassa, filós e musselina. As escravas de gente rica eram bem vestidas por ostentação; as pobres contentavam-se com saias de algodão, baieta negra e xales baratos. As escravas estavam limitadas a uma saia de chita, uma camisa de cassa grossa ou vestido de linho. Trajes excessivos, descompostos, todos eram artifícios culturalmente aceitos e admirados para incitar o desejo masculino, confirmar posição social e sublinhar a sedução do feminino.

Na época colonial, a mulher se arriscava muito a cometer adultério. Aliás, arriscava a vida, por que a própria lei permitia que “achando o homem casado a sua mulher em adultério, este mesmo poderá matar tanto ela como o adúltero”. No entanto as mulheres cometiam adultério e algumas até praticavam homossexualismo, mas nem sempre as aventuras extraconjugais femininas acabavam tão mal. Com freqüência o marido ofendido encerrava a mulher num “recolhimento”, ou apenas se separava ou pedia o divórcio. Muitas vezes uma boa surra bastava. 
Enfim, as mulheres que viveram na época do Brasil Colônia eram um pouco diferentes das de hoje; não tinham o direito de se expressar e eram limitadas nas suas atitudes. 

(Carina, Christiane Cara, Cristhiane, Luciana, Elisa) 

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